sexta-feira, 31 de julho de 2009

...

“Seu rosto em pedaços misturado com o que não sobrou do que eu sentia...
[...]
Eu já me acostumei a esquecer... tudo que vai...”
Aiai... hoje é sexta feira... dia de curtir esse frio do caramba... jogar um pouco de Warcraft com o Xu... comer uma lasanha bem quentinha no Carrefour... deitar pra ouvir música embaixo das cobertas e saber que a semana toda eu esperei por este momento... que de tão simples que é, me faz pensar em explicações complexas para explicar algo sem explicação... um sentimento, o amor puro e sincero.
“Eu nem me lembro mais...
Quanto tempo...
Eu já nem sei mais o que é meu...”
Olho pela janela e vejo as àrvores dançando ao sabor do vento, vejo as pilhas de papel na minha mesa que me dizem que trabalhar até as 17:00 ainda é preciso, que meu futuro depende de meu esforço e que tudo o que eu quero está em minhas mãos, mas as àrvores ainda me chamam mais a atenção do que qualquer outra coisa....
“Meu caminho é cada manhã
Não procure saber onde estou
Meu destino não é de ninguém
Eu não deixo meus passos no chão...”
Sinto falta de vocês... das pessoas que faziam algo que eu odiava se tornar suportável a cada manhã, com um abraço...
“Se um dia eu pudesse ver
Meu passado inteiro...”
Daria o mundo agora para estar ao lado de vocês, por abraço agora... Não estou carente, apenas com saudades... Saudades de um tempo que eu decidi mudar... e não me arrependo da decisão....
“Minha mente viraria sol...”
É nesse momento que eu percebo que nem tudo que eu quero está em minhas mãos... aliás... nada está em minhas mãos agora a não ser a sensação de frio e os dedos doendo...
“Mas só chove e chove...”
E as àrvores continuam dançando ao sabor do vento, e a sensação de frio ainda está em meus dedos e o vazio permanece em meu peito... os papéis ainda ao meu lado... e começou a chover...
“Mas só chove e chove...”

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